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Dúvidas sobre Dosimetria

Para que serve a Dosimetria Individual?

A Dosimetria Individual tem como finalidade determinar o Nível de Doses de radiação recebida pelo usuário como decorrência de seu trabalho.

Como funciona um Dosímetro TLD?

O Dosímetro (TLD) é composto de cristais que possuem uma propriedade chamada de termoluminescente (TL), ou seja, quando os cristais são aquecidos à certa temperatura eles emitem luz ultravioleta cuja intensidade é proporcional à dose. Quando expostos à radiação estes cristais acumulam a energia da radiação incidente durante longos períodos (meses) e a liberam em forma de luz somente quando lidos no Laboratório.

Quais são os Limites de Doses?

As doses lidas nos dosímetros da PRO-RAD servem para verificar se o usuário recebeu doses menores ou maiores do que as estabelecidas pela norma.

É importante frisar que de acordo com a Lei 6.514 de 22/12/77, portaria 3214 de 08 de Junho de 1978 e portaria 4 de 11 de abril de 1994, está previsto adicional de insalubridade quando os níveis de radiação estiverem acima dos limites.

Órgão Indivíduo Ocupacionalmente Exposto Indivíduo do Público
Corpo inteiro (Dose Efetiva) 20 mSv[a] 1 mSv[b]
Dose equivalente para o Cristalino 20 mSv[a] 15 mSv
Dose equivalente para a pele[c] 150 mSv 50 mSv
Dose equivalente para mãos e pés 500 mSv ---

[a] Média ponderada em 5 anos consecutivos, desde que não exceda 50 mSv em qualquer ano.
[b] Em circunstâncias especiais, a CNEN poderá autorizar um valor de dose efetiva de até 5 mSv em um ano, desde que a dose efetiva média em um período de 5 anos consecutivos, não exceda a 1mSv por ano.
[c] Valor médio em 1 cm2 de área, na região mais irradiada.
* Para fins de controle administrativo efetuado pela CNEN, o termo Dose Anual deve ser considerado como dose do ano calendário, isto é, no período decorrente de janeiro a dezembro de cada ano.

Existe "Limite de Dose Mensal"?

Não existe limite de dose mensal. Entretanto, as normas estabelecem que deve haver investigação para doses mensais iguais ou superiores a um determinado limite. Esse limite é chamado de nível de investigação.

A Posição Regulatória 3.01/004 referente à norma CNEN-NN-3.01 estabelece como nível de investigação a dose mensal de 1,0 mSv. Essa norma é referenciada pelas normas de segurança do trabalho NR-15 e NR-32, sendo portanto uma obrigatoriedade trabalhista.

A Portaria 453/98 da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde estabelece como nível de investigação a dose mensal de 1,5 mSv (item 3.47 alínea i). Note-se que esta Portaria se refere exclusivamente aos serviços de radiodiagnóstico médico e odontológico, não se aplicando a outras práticas da medicina, como Medicina Nuclear, Radioterapia e Radiologia Intervencionista. Para os demais casos se aplica o nível de investigação definido pela CNEN.

Como proceder se alguma dose for maior que 4 mSv?

Para doses entre 4.0 – 50mSv: Fazer um Relatório de Investigação, com registro de atitudes tomadas pela Instituição e anexá-lo junto com os Relatórios Mensais de Doses, para possível fiscalização.

Para doses entre 50 – 100mSv: Arquivar o Relatório de Investigação junto com os Relatórios Mensais de Dose e enviar uma cópia para a Coordenação Geral do Grupo de Análise de Doses Elevadas – GADE-CNEN (ver endereço abaixo).

Para dose mensal acima de 100mSv: O responsável pela proteção radiológica deve entrar imediatamente em contato com o GADE-CNEN, para receber instruções sobre como proceder na analise da dose elevada de radiação. Adicionalmente, a Portaria 453/98 da SVS/MS exige que seja realizado um exame citogenético.

Como entrar em contato com a CNEN/IRD - GADE?

Instituto de Radioproteção e Dosimetria – IRD - CNEN

Grupo de Análise de Doses Elevadas - GADE
Coordenador: . Sr. Francisco César Augusto Silva
Av. Salvador Allende, s/no (RL 089) – Recreio
22.780 – 160 Rio de Janeiro RJ
Fone : (0xx21) 442-9754 / 442-9622
Fax: (0xx21) 442-9657/442-1950

Como proceder para fazer um "Relatório de Investigação"?

O Relatório de Investigação deve ser sucinto e objetivo no sentido de permitir identificar a real causa da Dose Elevada, a circunstância que a ocasionou e as medidas corretivas adotadas. Portanto, ele deve conter informações como Nome do Usuário, Período em que houve a Dose e as atitudes tomadas, tais como:

  • Investigação sobre os motivos desta exposição, levou-nos a constatar que...
  • Durante a realização dos exames o referido usuário utilizou, ou não utilizou um avental de Plumbífero para sua proteção de corpo inteiro?
  • Da mesma forma o Dosímetro foi usado sobre ou sob o avental?
  • Os exames laboratoriais de rotina foram realizados e constatou-se ou não alterações no exame de sangue? (Contagem de plaquetas, hemograma completo do usuário, ...)
  • Para maiores exclarecimentos veja: Investigacao de Doses Elevadas

Como funciona o serviço de dosimetria?

O serviço de dosimetria busca medir a dose de radiação recebida pelo trabalhador durante o todo o tempo de exposição. Isto é feito trocando-se o dosímetro mensalmente e enviando-o ao laboratório da PRO-RAD para avaliação da dose. Abaixo há uma breve descrição de cada passo do serviço:

1. Os dosímetros devem ser usados pelo período de um mês.

  • A PRO-RAD fornece contratos para dois diferentes períodos, do dia 1° ao final do mês e do dia 15 ao dia 14 do mês seguinte.
  • Os dosímetros devem ser utilizados apenas no local de trabalho.

2. As remessas de dosímetros são enviadas por correio.

  • Para evitar atrasos na troca, os dosímetros individuais são enviados com certa antecedência. É importante frisar que os dosímetros em uso devem ser utilizados até o término do período (dias 30 ou 14). Não devem ser trocados somente porque chegou nova remessa (a data de troca dos dosímetros está impressa na etiqueta da nova remessa).

3. Os dosímetros são trocados ao término de cada período.

  • Após o término do período de uso, o cliente deverá enviar a remessa utilizada para o Laboratório de Dosimetria da PRO-RAD, que fará a avaliação da dose e enviará o relatório de doses com a próxima remessa de dosímetros.
  • Como todo profissional ocupacionalmente exposto deve utilizar o dosímetro durante todo o tempo de trabalho com radiação, os dosímetros devem ser trocados apenas após a chegada da remessa do mês seguinte, na data impressa no dosímetro do período seguinte.
  • Para que não haja confusão, dosímetros de períodos diferentes possuem cores diferentes.

4. A PRO-RAD fornece o relatório de doses mensalmente.

  • Caso haja alguma dose elevada, a PRO-RAD enviará carta ao serviço de radioproteção do cliente alertando sobre o que deve ser feito.
  • A PRO-RAD disponibiliza o software VLD para facilitar o controle das doses ocupacionais. Peça seu Login e Senha e simplifique o controle das exposições ocupacionais de sua instituição.

Qual o telefone para contato com o laboratório de dosimetria?

Para dúvidas sobre dosimetria (relatórios de doses, doses elevadas, investigação de dose elevada) ligue para (51)3204-3507.

Se você tem dúvida sobre qual setor poderá lhe ajudar ligue para (51)3204-3500 que a telefonista lhe orientará.

Para serviços de radioproteção ligue para (51)3287-3500.

Como os dosímetros devem ser devolvidos?

Os dosímetros deverão ser devolvidos via carta registrada ou sedex. Nestas modalidades é emitido um código do objeto enviado, através do qual se pode rastreá-lo para a localização da remessa.

Onde devolver os dosímetros?

Os dosímetros devem ser devolvidos para o laboratório da PRO-RAD, cujo endereço é:

Rua: Ruy Barbosa 118
Bairro: Vila Jardim América
CEP: 94.920-510
Cidade/Estado: Cachoeirinha/RS

Por que não devo devolver um dosímetro ou remessa adiantadamente?

Porque não há vantagens nisso, exceto se for um pedido de leitura de urgência.

Quando chega um dosímetro antes da remessa, o dosímetro tem sua chegada registrada e é devidamente armazenado à espera dos demais dosímetros da remessa.

Quando toda a remessa é devolvida adiantada, a PRO-RAD lhe telefonará para comunicar o problema, orientar sobre como proceder e combinar o reenvio da remessa. Afinal, não há sentido em não usar os dosímetros contratados.

Para maiores informações, leia: Carta sobre devolução adiantada

Inclusão, Exclusão e Alteração de usuários, como fazer?

Todos os usuários possuem um cadastro que atende aos requisitos do IRD/CNEN. Neste cadastro o termo Alteração é utilizado para identificar uma situação em que o cadastro precisa ser corrigido (troca de setor, por exemplo).

Como o código de identificação do dosímetro é único, não existe troca de usuário. Quando se desejar retirar um usuário e cadastrar outro é necessária uma Exclusão e uma Inclusão, respectivamente.

As informações necessárias para cada caso são:

  • Inclusão: Nome completo, data de nascimento, CPF, código do setor a ser cadastrado e função a ser exercida.
  • Exclusão: Basta informar o código do dosímetro a ser cancelado e o nome do usuário.
  • Alteração: Basta informar o que deve ser alterado. Se for o caso de troca de setor, informe o código do novo setor.

Qual o tempo hábil para pedidos de inclusão, exclusão e alteração?

Inclusões, exclusões e alterações podem ser requisitadas a qualquer momento, mas devem atender a certos prazos para que a remessa seja enviada com as modificações solicitadas. Se o pedido não for feito no prazo, as modificações ocorrerão somente no próximo período.

  • Inclusões devem ser solicitadas até 10 dias após o início do período.
  • Exclusões e alterações devem ser solicitadas antes de a remessa ser enviada.
  • Escolas devem enviar a lista de usuários até 15 dias antes do início do período.

Atenção: Tenha certeza de enviar todas as informações necessárias.

Investigação de Dose Elevada, como fazer?

Para melhor entendimento sobre investigação leia: Investigação de doses elevadas

Importante:

A Portaria 453/98 da SVS/MS estabelece no item 3.47 letra i (i) que para doses acima de 3/10 do Limite Anual, ou seja, 15 mSv, o Estabelecimento deverá comunicar à Autoridade Sanitária Local a dose recebida acompanhada de um relatório das providências que foram tomadas. Por favor, verifique a dosagem recebida. A obrigação de comunicar à Autoridade Sanitária Local é do Cliente. Não é obrigação da PRO-RAD.

Também é importante saber que a PRO-RAD jamais altera a dose indicada pelo dosímetro. A aplicação ou não do fator 1/10 constante no item 3.47 letra e da Portaria 453/98 está a cargo do Cliente e tal fato deve ser salientado no relatório de investigação.

O que fazer em caso de acidente com o dosímetro?

Dependerá do acidente. É proibido o trabalho com radiações sem o uso do dosímetro. Portanto se o seu dosímetro for destruído deverá ser requisitado um novo ao laboratório da PRO-RAD. Mas se o dosímetro continuar íntegro você deverá usá-lo normalmente até a data da troca.

Caso exista a possibilidade de alta dose de radiação, veja o item sobre Leituras de Urgência.

Leituras de Urgência, o que é e como requisitar?

Ocorre quando o cliente identifica uma situação de acidente com radiação e existe a possibilidade de dose alta. Neste caso o dosímetro do usuário irradiado deverá ser enviado à PRO-RAD o quanto antes, junto com uma comunicação de pedido de leitura de urgência (carta, telefonema ou e-mail). Para que o usuário não fique sem dosímetro a PRO-RAD enviará um dosímetro extra de cor diferente do usual para substituir o dosímetro cuja leitura foi requisitada.

Para que serve o dosímetro?

O dosímetro serve para medir a dose de radiação recebida pelo trabalhador durante todo o tempo de exposição ocupacional. No Brasil o dosímetro deve ser trocado mensalmente.

Onde colocar o dosímetro?

O dosímetro deve ser utilizado na altura do tórax, sobre o avental plumbífero. Quando não for utilizado, o dosímetro deve ser armazenado junto ao dosímetro padrão. O dosímetro padrão deve ficar em local isento de radiação e não deve ser utilizado para monitoração individual.

O dosímetro deve ser usado sobre o avental plumbífero?

Segundo a Portaria 453/98 da SVS/MS, item 3.47.e, verbis: “Durante a utilização de avental plumbífero, o dosímetro individual deve ser colocado sobre o avental, aplicando-se um fator de correção de 1/10 para estimar a dose efetiva. Em casos em que as extremidades possam estar sujeitas a doses significativamente altas, deve-se fazer uso adicional de dosímetro de extremidade.”

Quais são as unidades dosimétricas?

Para correlacionar as diversas emissões radioativas com os efeitos biológicos foram estabelecidas, entre outras, as seguintes grandezas: EXPOSIÇÃO, DOSE ABSORVIDA, e DOSE EQUIVALENTE.  Cada uma destas grandezas físicas possui uma unidade em que a mesma é expressa (assim como por exemplo distância pode ser expresso em metros, corrente elétrica em ampères, etc.).

A Exposição possui uma unidade antiga chamada Roentgen (R) que corresponde à quantidade de cargas elétricas liberadas em uma massa de ar devido à radiação incidente, onde 1 R = 0,258 C/kg. (C/kg = Coulomb por quilo; Coulomb é a unidade de carga elétrica).

A Dose Absorvida (Gray) é uma medida da energia da radiação absorvida por uma determinada massa de matéria. A unidade de Dose Absorvida é Joule por quilograma ou de forma mais usual J/kg, sendo 1 Gy = 100 J/kg ou 100 RAD = 1 Gray (Gy).

A Dose Equivalente (Sievert), ou simplesmente DOSE nos Relatórios de Dose Mensais, leva em conta o efeito biológico em tecidos vivos, produzido pela radiação absorvida. Desta forma a Dose Equivalente é obtida da Dose Absorvida multiplicada por fatores ponderantes apropriados. A unidade da Dose Equivalente ou DOSE é o Sievert (Sv) ou seu sub-múltiplo o milisievert (mSv). A unidade antiga desta grandeza é o REM que se relaciona com o Sv da seguinte forma: 1 Sv = 100 REM.

O que significa Sievert ou mSv?

Nos Relatórios Mensais de Dose a unidade usada é o Sievert, que é uma Unidade Dosimétrica de Dose Equivalente , o milisievert (mSv) é um milésimo de Sievert e corresponde a 100 mREM (unidade antiga).

Para que serve o dosímetro padrão?

O dosímetro padrão serve para armazenar a dose de radiação não ocupacional, ou seja, as doses provenientes do transporte e da radiação natural.

Como armazenar o dosímetro padrão?

O dosímetro padrão deve ficar em local isento de radiação e não deve ser utilizado para monitoração individual. Não deve ser colocado na parede que faz divisa com a sala de raios X, nem armazenado em separado dos demais dosímetros.

Todos os dosímetros, quando não em uso, devem ser armazenados junto ao dosímetro padrão.

O que significa "O Dosímetro Padrão recebeu Dose acima do Normal"?

Quando o dosímetro Padrão foi usado por alguém como Dosímetro individual, ou exposto à radiação ou mesmo deixado na Sala de Raios X ele fornece leituras fora do normal. Neste caso a PRO-RAD carimba o Relatório de Doses com os seguintes dizeres:

ATENÇÃO: O dosímetro "PADRÃO" recebeu dose acima do normal. Favor verificar as condições de uso do "PADRÃO", isto é colocá-lo, juntamente com os dosímetros não em uso, em local livre de radiação. Jamais utilizar o dosímetro "PADRÃO" para monitorar pessoas ou ambientes com radiação.”

Porque não se envia a Dose do Dosímetro Padrão no Relatório Mensal?

Nunca se envia a leitura do Dosímetro Padrão no Relatório Mensal de Doses, pois a leitura do Dosímetro Padrão é um valor de referência que é descontado da leitura dos Dosímetro de todos os usuários para o cálculo das Doses. Por este motivo o Dosímetro Padrão nunca deve ser usado como Dosímetro individual.

Em que ocasiões se utilizam dosímetros de extremidade?

Quando a exposição ocorre em maior intensidade em mãos ou dedos. Em caso de dúvida consulte seu supervisor de radioproteção ou ligue para a PRO-RAD.

Em que pulso ou dedo deve ser utilizado o dosímetro de extremidade?

No pulso ou dedo em que a exposição à radiação for maior (o que ficar mais perto da fonte ou mais tempo exposto).

O que é um Relatório Mensal de Doses?

O Relatório Mensal de Doses é um relatório das doses recebidas pelos usuários de uma instituição durante o período de um mês.  Neste Relatório, além das doses, consta o código da Instituição e dos usuários, o Período de Uso dos Dosímetros, o Registro da Instituição na CNEN, etc.

O Período de Uso dos Dosímetros é sempre um mês, iniciando no dia 01 ou 15. Eventualmente em caso de atraso da nova remessa os Dosímetros poderão ser usados por mais alguns dias, até serem substituídos pela nova remessa de outra cor.

  • O Registro na CNEN é um número atribuído à Instituição pelo Órgão Credenciador da Dosimetria no Brasil, que é o Instituto de Radioproteção e Dosimetria – IRD da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN, no Rio de Janeiro.
  • As Doses são sempre apresentadas em três colunas designadas por mês, trim e ano. A coluna A coluna mês indica a Dose do Período de Uso Período de Uso indicado no Relatório. A coluna trim. mostra as somas das doses dos últimos 3 meses (3 Períodos de Uso) , e a coluna ano mostra a soma dos últimos 12 meses consecutivos (12 Períodos de Uso) dos Dosímetros.

Para que serve o relatório de doses?

O relatório serve para que se conheçam as doses ocupacionais, atendendo à legislação vigente (do Ministério do Trabalho, da Comissão Nacional de Energia Nuclear e da Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde).

Além disso, o conhecimento das doses permite a tomada de ações preventivas e corretivas para que efeitos indesejados não aconteçam.

O que fazer com o relatório de doses?

O supervisor de radioproteção deve avaliar as doses e então armazenar o relatório, deixando-o à disposição da autoridade regulatória.

Cabe lembrar que o relatório de doses é um documento importante e deve ser guardado com cuidado. A legislação obriga seu armazenamento por, no mínimo, 30 anos. É permitido e recomenda-se utilizar os meios adequados de armazenamento digital.

Para facilitar a vida do cliente, a PRO-RAD fornece os relatórios e diversas formas de visualização das doses através do VLD - Visualisador de relatórios de Doses. Solicite o acesso, simplifique o controle das doses e fique tranqüilo.


Qual a data de troca dos dosímetros?

Os dosímetros devem ser trocados no início de cada período (aproximadamente 30 dias). Os dosímetros do período seguinte devem chegar antes da troca. A data de início do uso do dosímetro aparece impressa na etiqueta.

Quanto tempo leva para chegar a remessa de dosímetros?

Depende. O correio promete um prazo de até 10 dias úteis, para as regiões mais distantes, via carta registrada. Para o envio via sedex o prazo é de, no máximo, 48 horas.

Não recebi a remessa de dosímetros, como devo proceder?

Se passar de 5 dias úteis da data prevista para a troca dos Dosímetros e a remessa ainda não chegou no seu endereço, continue usando os dosímetros em seu poder e proceda da seguinte forma:

  • Procure novamente junto ao local de distribuição da correspondência de sua Instituição;
  • Se não for encontrada a remessa, ligue para a PRO-RAD - (51)3204-3500 - imediatamente, para que possamos enviar da forma mais rápida possível uma nova remessa.

Qual a diferença de um dosímetro para Nêutrons e de um dosímetro “normal”?

Externamente não há diferença visível, mas internamente os detectores são diferentes.

O dosímetro “normal” mede radiação gama e X e seus detectores não são adequados para medir Nêutrons. Os dosímetros de Nêutrons possuem detectores específicos e em quantidade duplicada. Esta redundância agrega maior confiança às doses avaliadas pela PRO-RAD.

Como o dosímetro é por dentro?

Existem dois detectores internos que servem para medir a dose de radiação ionizante. Ambas são pastilhas brancas e sem informação visível.

Atenção: Jamais abra o dosímetro para ver como é. A dose registrada em dosímetros violados é automaticamente considerada como desconhecida.

O que é feito com os dosímetros quando retornam à PRO-RAD?

A remessa de dosímetros chega no setor de conferência onde é registrado o retorno individual de cada dosímetro. Depois a remessa é destinada ao setor de leitura para avaliação das doses.

O que é feito com o material que está dentro dos dosímetros depois de devolvidos ao laboratório?

Os detectores são lidos para avaliação da dose, recebendo depois um tratamento para que possam ser reutilizados.

Comunicações Não Periódicas, o que são?

Por normativa da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear), órgão que controla as atividades dos Laboratórios de Monitoração Individual, os laboratórios são obrigados a realizar comunicações separadas e imediatas de doses mensais iguais ou maiores a 4,0 mSv.

As comunicações são feitas à Instituição cujo dosímetro apresentou dose elevada e também à própria CNEN.

Pela normatização da CNEN, adotada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, qualquer dose mensal igual ou maior do que 1,0 mSv deverá ser investigada. O Ministério da Saúde, através da Portaria 453/98 da SVS/MS, item 3.47 letra i estabelece este limite como de 1,5 mSv. A PRO-RAD, através da carta de investigação, sempre alerta o cliente para este fato.

Segunda via de relatórios, como e por quem deve ser solicitada?

As segundas vias de relatórios deverão ser solicitadas através de ofício, assinado pelo responsável pelo Contrato de Dosimetria com a PRO-RAD. Este procedimento garante a segurança e a confidencialidade das informações.

Como solicitar relatório de doses para aposentadoria?

Os relatórios para aposentadoria deverão ser solicitados através de ofício, assinado pelo responsável pelo contrato de Dosimetria com a PRO-RAD. Este procedimento garante a segurança e a confidencialidade das informações.

Exames médicos, quais são necessários?

Ao tomar conhecimento de uma dose elevada (>100 mSv), imediatamente deve-se mandar realizar um exame de sangue com contagem de plaquetas no trabalhador supostamente exposto à radiação. É uma exigência das autoridades do Ministério do Trabalho. Entretanto, do ponto de vista prático, este exame provavelmente será inócuo (mas é obrigatório!). Se der alguma alteração, certamente não será devido à radiação. Exames comuns de laboratório somente detectam alterações para doses acima de 1.000 mSv (leucopenia leve). Para doses abaixo deste valor ainda é possível fazer um exame de aberrações cromossômicas (citogenético), mas somente para doses acima de 300 mSv. A portaria 453/98 da SVS/MS estabelece o valor de 100 mSv (item 3.47 letra i) para realização de exame citogenético.

Exames periódicos: São definidos através do PCMSO, após o médico do trabalho analisar os riscos ocupacionais. Para o risco físico Radiações Ionizantes são normalmente exigidos exames semestrais de Hemograma Completo e Contagem de Plaquetas.

Quais EPI (Equipamentos de Proteção Individual) são utilizados para proteção à radiação ionizante?

Tempo, Distância e Blindagem são os fatores que influenciam na dose recebida pelo trabalhador e os treinamentos periódicos devem capacitar o trabalhador a reconhecer o risco e tomar as atitudes necessárias para se proteger; entre elas o uso dos EPI.

Quando não há risco de contaminação (raios X e fontes seladas), os EPI utilizados em radioproteção são formas de blindagem. O mais comum é o avental plumbífero (de chumbo), mas existem outros como: protetor de gônadas, protetor de tireóide, luvas plumbíferas, óculos plumbífero, etc.

É importante salientar que a Portaria 453/98 da SVS/MS, item 3.47.e estipula que o dosímetro (que não é considerado EPI) deve ser utilizado por cima do avental plumbífero.

Quando há possibilidade de contaminação os EPI são aqueles que evitam o contato do material radioativo com o trabalhador.




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